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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Obama, Osama, Terrorismo e as mil mentiras por trás dos fatos


Quem viu o documentário Zeitgeist: The Movie, vê vários trechos de palestras, reportagens e declarações de que o atentado terrorista foi planejado pelo governo Bush, mostrando ali os motivos.
Analisando-se como as torres caíram, um Físico da Universidade de Brigham Young (UTAH) explica que as explosões não teriam como ser provocadas apenas pelos aviões, e que os alicerces não cairiam daquela forma (como uma implosão planejada). Explica que apenas explosivos poderiam derrubar o prédio daquela forma, e no documentário mostra-se imagens que revelam as explosões nas bases da torre antes de desabar.


O que isso tem a ver com Bush? Se a derrubada foi planejada ou não, o que isso tem a ver com política e o governo americano? A resposta é: Tudo.

Vamos estudar um pouco de economia...





















No livro de Hunt, História do Pensamento Econômico, o autor mostra no tópico sobre as idéias de John Maynard Keynes uma teoria conhecida por "Economia da Guerra", que seria uma medida para evitar uma crise e aquecer a economia.
De acordo com Keynes, uma guerra seria boa para gerar emprego, pois empregaria-se muitas pessoasem vários setores da economia, como na fabricação de armas, nas recrutações do exército, na fabricação de veículos, etc. Isso tenderia a gerar pleno emprego e criar demanda agregada, movimentando constantemente uma economia.

Para fazer investimentos bélicos com esse fim, deve existir um motivo plausível. Após a 2ª guerra, os EUA não tinham mais motivos para seguir investindo nesse ramo, pois a guerra havia acabado. A doutrina Trumman (de luta contra o comunismo) gerou a Guerra Fria identificando um inimigo comum que justificasse a corrida armamentista.

Acabado a guerra fria, surgem outros inimigos: os ditadores e os terroristas.



O 11 de setembro nada mais foi do que uma ação conspiratória e terrorista do governo Bush, não só para aquecer mais a economia com investimentos bélicos, mas para justificar suas invasões no Oriente Médio, principalmente no Iraque pelo seu petróleo (já que NUNCA houveram provas concretas da relação de Saddam Hussein com a suposta Al Qaeda). A briga contra Saddam foi pelo mesmo motivo que as rixas com Hugo Chávez, Kadafi ou Almajinejad: PETRÓLEO.

O mesmo episódio que aconteceu no Brasil de João Goulart em 64 (após declarar reforma agrária e nacionalização ou estatização de esmpresas estratégicas, como o petróleo) se repete até hoje.


Todos sabem que os Bush tem alta ligação com os Bin Ladden, e que os EUA teriam capacidade de evitar o 11/09 se quizessem.
Bin Ladden é um agente da CIA, pois a Al Qaeda foi financiada pelos EUA para resistirem à invasão soviética, e atribuíam a Al Qaeda a defesa da Democracia e Liberdade (como fazem hoje com os rebeldes da Líbia). A ligação com os EUA é iminente.

O fato é que os interesses corporativos gananciosos do poder são mais importantes que a vida de muitas pessoas que morreram no suposto atentado. Não foi Bush que desejou isso, mas os grupos corporativos (Lobbystas) que financiaram sua campanha e tem interesses desse tipo, já que Bush não ganharia nada com isso se não houvessem lobbystas por trás de tudo.



Talvez Bin Ladden já estivesse morto há tempos e Obama queira usar isso para sua campanha à reeleição, ou ele ainda esteja vivo, e sua morte forjada...
Independente da veracidade da morte de Osama ou não, uma coisa é certa: O anúncio da morte de Osama pode ter outros objetivos além da mera campanha eleitoral dos Democratas, como justificar alguma outra invasão estrangeira ou alguma lei e medida autoritária dentro dos EUA, na qual os interesses das poderosas multinacionais sempre estará por trás...

Até quando o mundo será governado por meia dúzia de corporações multinacionais gananciosas?

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