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terça-feira, 31 de maio de 2011

OTAN repete crime de Wellington


Me deixou muito chocado quando um louco chamado Wellington matou crianças inocentes. O fato não chocou só a mim, mas ao Brasil inteiro, pois são pessoas que arrecem começaram a vida, e foram mortas tragicamente a sangue frio.

Mais chocado ainda me deixou um ato semelhante, cometido por um grupo terrorista legalizado: a OTAN. Poderia esperar um ato assim de Wellington, mas de países que supostamente defendem "a democracia e direitos humanos"? Sabemos na verdade que eles defendem seus próprios interesses.

A O.T.A.N. (Organização do Tratado do Atlântico Norte) é composta por vários países Europeus e Americanos. Foi fundada numa época onde a Hegemonia Euro-Americana estava em xeque, onde o bloco soviético crescia e a Guerra Fria ameaçava a destruição mundial.

Acabada a Guerra Fria, a organização se manteve para "manter a paz" no mundo.
Essa organização liderada pelas potências mais imperialistas do mundo,  hoje mantém a paz através da Guerra.

Criam guerras com países muitas vezes indefesos, que não possuem nem 1% do poder militar da OTAN. Muitos dos objetivos das guerras são por objetivos meramente econômicos. Criam sanções contra a Líbia e Síria supostamente por "direitos humanos", mas não vi colocarem sanções sob a China, Israel ou Arábia Saudita que são tão violadores da Democracia e direitos civis quanto esses países que afrontam o imperialismo. Invadem descaradamente países fracos, desrespeitam direitos internacionais e a soberania nacional de cada país, criam um ódio xenófobo por parte dos habitantes do país invadido, como se possuíssem o direito de se intrometer em conflitos internos.

Segundo a matéria do Correio Braziliense do dia 30/05/2011 relata:


" A  morte de 14 civis, a maioria crianças, durante um bombardeio norte-americano no Afeganistão pode ter causado uma crise nas relações do governo com seus aliados e com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). O presidente afegão, Hamid Karzai, classificou o incidente como “erro grave” e “assassinato”. O ataque na província de Helmand atingiu um edifício residencial no fim da noite de sábado, depois que uma base da coalizão internacional foi ataca por rebeldes. O episódio está sob investigação. O chefe de Estado afegão fez um alerta às tropas estrangeiras e exigiu o fim das operações unilaterais.

O governo do Afeganistão cobrou explicações sobre o ataque e condenou a ação das tropas estrangeiras. “Já foi dito em diversas ocasiões aos Estados Unidos e à Otan que suas operações unilaterais e inúteis causam a morte de afegãos inocentes, e que tais operações violam os valores humanos e morais, mas parece que não nos escutam”, declarou Karzai em um comunicado oficial. Segundo a nota, “o presidente classificou esse incidente como um grave erro e como um assassinato de crianças e mulheres afegãs” e ainda lançou uma última advertência a seus aliados para que situações como essa não sejam repetidas.

A morte de civis no Afeganistão tem causado desconforto entre as tropas da Otan e o governo. No bombardeio em Helmand, 10 crianças, duas mulheres e dois homens foram mortos e mais seis pessoas ficaram feridas. Na quarta-feira passada, 20 policiais afegãos e 18 civis morreram durante um ataque contra o Talibã."


Segundo a matéria, essas potências imperialistas mataram 10 crianças, além de 18 civis, 20 policiais, sem contar dados informais.

Contra Wellington poderia se esperar justiça se ele estivesse vivo, mas contra a OTAN? Eles são os juízes, se acham tão bons para julgar os outros, mas quem os fará pagar pelo que fizeram? Como parar esse genocídio?
A resposta é: nunca! Quem ousar contestar a ação será considerado terrorista e sujeito a ataques deste tipo!

ESSA É A SOCIEDADE MAIS TOTALITÁRIA QUE EXISTIU! ISSO É A PROVA!

A OTAN é o eixo do Século XXI, e seu IV Reich foi consolidado.


quarta-feira, 25 de maio de 2011

A Resistência à paz no Oriente


O temor pairou no ar quando os grupos palestinos rivais Fatah e Hamas se uniram na Palestina. Para os Palestinos essa união é extremamente importante para levar a cabo os interesses comuns da nação, mas isso assusta bastante Israel e seus aliados.

O susto se dá pelo motivo: o Fatah governando mantém uma paz relativa na região por ser teoricamente "moderado" em relação ao Hamas. O Hamas é reconhecido internacionalmente como uma organização terrorista, dado o seu radicalismo e o discurso da destruição de Israel. A união entre as duas facções permitiria que o Hamas pudesse colocar em prática alguns de seus planos ideológicos, além de levar a cabo uma afronta mais efetiva aos interesses de Israel.


Diante disso, Obama fez uma declaração sobre um acordo de paz para organização do Estado Palestino tendo como referência as fronteiras de 1967, afirmando que a situação atual está insustentável e que Israel pode sofrer um isolamento se não cooperar com um processo de paz.

O discurso americano infureceu ainda mais Israel, onde o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu declarou em tom agressivo que a proposta é indefensável, demonstrando uma rejeição à proposta. Não demorou muito para que os lobbystas judeus de Obama o fizessem mudar de posição. Em reunião com o grupo de pressão, Obama declarou que as fronteiras de 67 deveriam servir apenas como base, e não como a proposta original. Disse que as relações entre Israel e EUA devem permanecer firmes, e que continuaria apoiando Israel e voltou a alertar sobre o risco de isolamento (frente a união Fatah-Hamas e a ascensão de governos revolucionários na Tunísia, Egito, Líbia, Síria e outros).


Se depender do Hamas, Israel nem constará no mapa. A conciliação só poderá ser possível com um acordo onde ambas as partes estejam dispostas a ceder. Israel deverá estar disposta a ceder parte do território ao Estado Palestino e reconhecê-lo, para que se dê o primeiro passo à desradicalização do Hamas, e para que se estabeleça uma boa diplomacia com os governos populares que estão ascendendo nos países árabes. Se Israel mantiver sua firmeza, certamente haverá represálias; mas se Israel flexibilizar, alguns radicais como o Hamas deverão aprender a conviver pacificamente com Israel, do contrário a represália se voltará contra eles.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Dimitri Medvev ameaça "Nova Guerra Fria"


Na frente de vários jornalistas há alguns dias atrás, Dimitri Medvev declarou a possibilidade de uma crise diplomática com os EUA, falando numa "Nova Guerra Fria".

Isso se dá pelo fato que os EUA pretendem organizar um escudo anti-mísseis na Europa excluindo a Rússia.
Medvev afirmou que essa atitude faria a Europa retornar ao clima de guerra fria dos anos 80, e alertou que deve haver uma cooperação entre os países, inclusive na luta contra o terrorismo.

É improvável que haja um conflito dessa escala, mas se houver, não será nada bom para o mundo. O imperialismo norte-americano (hoje apoiado na OTAN) deve parar imediatamente, mas não sob conflitos nucleares que possam destruir milhões de civis inocentes.


segunda-feira, 2 de maio de 2011

Obama, Osama, Terrorismo e as mil mentiras por trás dos fatos


Quem viu o documentário Zeitgeist: The Movie, vê vários trechos de palestras, reportagens e declarações de que o atentado terrorista foi planejado pelo governo Bush, mostrando ali os motivos.
Analisando-se como as torres caíram, um Físico da Universidade de Brigham Young (UTAH) explica que as explosões não teriam como ser provocadas apenas pelos aviões, e que os alicerces não cairiam daquela forma (como uma implosão planejada). Explica que apenas explosivos poderiam derrubar o prédio daquela forma, e no documentário mostra-se imagens que revelam as explosões nas bases da torre antes de desabar.


O que isso tem a ver com Bush? Se a derrubada foi planejada ou não, o que isso tem a ver com política e o governo americano? A resposta é: Tudo.

Vamos estudar um pouco de economia...





















No livro de Hunt, História do Pensamento Econômico, o autor mostra no tópico sobre as idéias de John Maynard Keynes uma teoria conhecida por "Economia da Guerra", que seria uma medida para evitar uma crise e aquecer a economia.
De acordo com Keynes, uma guerra seria boa para gerar emprego, pois empregaria-se muitas pessoasem vários setores da economia, como na fabricação de armas, nas recrutações do exército, na fabricação de veículos, etc. Isso tenderia a gerar pleno emprego e criar demanda agregada, movimentando constantemente uma economia.

Para fazer investimentos bélicos com esse fim, deve existir um motivo plausível. Após a 2ª guerra, os EUA não tinham mais motivos para seguir investindo nesse ramo, pois a guerra havia acabado. A doutrina Trumman (de luta contra o comunismo) gerou a Guerra Fria identificando um inimigo comum que justificasse a corrida armamentista.

Acabado a guerra fria, surgem outros inimigos: os ditadores e os terroristas.



O 11 de setembro nada mais foi do que uma ação conspiratória e terrorista do governo Bush, não só para aquecer mais a economia com investimentos bélicos, mas para justificar suas invasões no Oriente Médio, principalmente no Iraque pelo seu petróleo (já que NUNCA houveram provas concretas da relação de Saddam Hussein com a suposta Al Qaeda). A briga contra Saddam foi pelo mesmo motivo que as rixas com Hugo Chávez, Kadafi ou Almajinejad: PETRÓLEO.

O mesmo episódio que aconteceu no Brasil de João Goulart em 64 (após declarar reforma agrária e nacionalização ou estatização de esmpresas estratégicas, como o petróleo) se repete até hoje.


Todos sabem que os Bush tem alta ligação com os Bin Ladden, e que os EUA teriam capacidade de evitar o 11/09 se quizessem.
Bin Ladden é um agente da CIA, pois a Al Qaeda foi financiada pelos EUA para resistirem à invasão soviética, e atribuíam a Al Qaeda a defesa da Democracia e Liberdade (como fazem hoje com os rebeldes da Líbia). A ligação com os EUA é iminente.

O fato é que os interesses corporativos gananciosos do poder são mais importantes que a vida de muitas pessoas que morreram no suposto atentado. Não foi Bush que desejou isso, mas os grupos corporativos (Lobbystas) que financiaram sua campanha e tem interesses desse tipo, já que Bush não ganharia nada com isso se não houvessem lobbystas por trás de tudo.



Talvez Bin Ladden já estivesse morto há tempos e Obama queira usar isso para sua campanha à reeleição, ou ele ainda esteja vivo, e sua morte forjada...
Independente da veracidade da morte de Osama ou não, uma coisa é certa: O anúncio da morte de Osama pode ter outros objetivos além da mera campanha eleitoral dos Democratas, como justificar alguma outra invasão estrangeira ou alguma lei e medida autoritária dentro dos EUA, na qual os interesses das poderosas multinacionais sempre estará por trás...

Até quando o mundo será governado por meia dúzia de corporações multinacionais gananciosas?