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segunda-feira, 25 de abril de 2011

China e a Nova Ordem Mundial


A China vem desempenhando papel fundamental na Nova Ordem Mundial. Apesar das controvérsias Políticas Internas de sua ditadura, externamente a China faz parte da esquerda internacional.

Para quem não sabe, denomino esquerda internacional toda a nação, grupo ou líder que seja contra a Ordem Mundial. Essa esquerda pouco está relacionada com as políticas dentro do país (se democrático, ditatorial, socialista, liberal, etc.), mas a favor de uma Nova Ordem não-americana e muitas vezes anti-imperialista e multipolar.

Isso não significa que todos os esquerdistas internacionais tenham conflitos diplomáticos com os EUA. Dilma Rousseff e Hu Jintao são exemplos de pessoas favoráveis a multipolarização do poder e fim do imperialismo, mantendo discursos pacíficos e relações amigáveis com os Yankes.


Falando especificamente da China, ela mostra-se economicamente capaz de superar os EUA.
À medida que cresce seu poder econômico, aumenta seu poder de barganha e sua idependência no mundo. Diante disso, a tendência é que a China à medida que cresce pode ter uma posição cada vez mais dura e anti-americana. PODE, mas não necessariamente o quer. Ela já desobedeceu ordens americanas, que por sua vez, os yankes são incapazes de propor sanções econômicas à China, ampliando sua autnomia.

Feito isso, ela começa a mostrar suas "garras" não só na liderança dos BRIC por um mundo multipolar sem o americanismo mundial. Sua posição foi um tano "radical" quando ela propôs o fim do dólar como medida-padrão e uma moeda internacional.

As afrontas não param por aí, uma vez que ignorou as sanções ao Irã. Enquanto investidores pró-sanções retiram seu Capital do país, a China preenche esse vácuo, dando maior credibilidade ao discurso iraniano e um "apoio indireto" ao nacionalismo islâmico e a seus discursos anti-imperialistas.

Espero que a China ao estar no centro do poder e da ordem mundial, preserve a multipolaridade e lidere essa cruzada contra o imperialismo. Ela mostra aos poucos suas posições, o que faz com que não saibamos suas verdadeiras posições, se são realmente anti-imperialistas, ou se configurarão um Neoimperialismo Chinês.

Uma única coisa é certa: imperialista ou não, a China é nossa única esperança para nos livrar-mos do poder global americano que hoje felizmente está decaindo.
Ler também: http://noticias.uol.com.br/blogs-colunas/colunas-do-new-york-times/noam-chomsky/2010/10/03/a-china-e-sua-influencia-sobre-a-nova-ordem-mundial.jhtm

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Desarmamento, cidadão e bandido

O Crime hediondo causado por um esquzofrênico levantou muita dor, tristeza e pavor na população brasileira. Um fato não muito comum pelo nosso país, e que chocou a população.
Presto minha solidariedade às vítimas e seus familiares. Que Deus as console e abençôe-as.

Infelizmente, alguns demagogos do nosso governo já aproveitaram a triste situação para trazer de volta um assunto já debatido: o desarmamento do cidadão de bem.

O Senador JOSÉ SARNEY, paladino da insistência, aproveitou-se desse momento de dor para fazer a população repensar sobre o referendo do desarmamento. Segundo o gênio, o crime talvez não tivesse acontecido se o comércio de armas de fogo tivesse sido proibido, já que uma das armas pertencia a um cidadão de bem - principal personagem símbolo da defesa do comércio legal de armas.

O caso hediondo de Wellington pouco tem a ver com o dito referendo, pois o cidadão pacato só pode conseguir uma arma legalmente, enquanto o bandido consegue por meios ilegais.

Ao aprovar a proibição do comércio de armas, nenhum problema estará sendo resolvido. Ao contrário: a população perde o direito de defesa - de igual para igual contra um ser armado - ao ser desarmada enquanto o bandido continuará se armando, e o Estado obtendo o monopólio da defesa certamente não substituirá o poder individual do cidadão.

Se o comércio for proibido, um cidadão bem-intencionado não poderá obter armas, já que não desobedeceria a lei; enquanto o bandido buscaria meios ilegais como o tráfico e contrabando.

O referendo vem aí! Não se iluda! Garanta seus direitos...